A “Controle Assessoria Empresarial” elabora avaliação econômico-financeira de empresas, marcas e/ou negócios, utilizando metodologias apropriadas para cada situação, como fluxo de caixa descontado (FCD) e avaliação relativa, com o objetivo de determinar o valor da empresa para as mais diversas finalidades: decisões estratégicas; negociação de empresas; reorganização societária; inventário; partilhas; dissolução de sociedades, entre outras finalidades. Ativos: empresas, Goodwill e ágio em fusões e aquisições, marca, projetos, planos de negócio etc.
A Avaliação de Marcas é o processo técnico de mensurar o valor financeiro de uma marca, considerando fatores tangíveis e intangíveis. Ela analisa elementos como reconhecimento, reputação, fidelidade dos consumidores, posicionamento no mercado, potencial de geração de receitas futuras e impacto nos negócios. Esse tipo de avaliação vai além dos ativos físicos, destacando o papel estratégico da marca como um dos principais ativos de uma empresa.
“Uma marca forte é um diferencial competitivo — e saber seu valor é essencial para tomar decisões fundamentadas”
Business Combination, ou Combinação de Negócios, é o processo contábil e econômico de fusão, aquisição ou incorporação entre empresas, quando uma obtém controle sobre outra. Essa operação exige avaliação minuciosa dos ativos, passivos, valor justo, e reconhecimento contábil das participações, conforme normas como o IFRS 3. O objetivo é garantir transparência, conformidade regulatória e tomada de decisão estratégica baseada em valores reais e projeções consistentes.
“Em cenários competitivos, combinar negócios com precisão é a chave para crescimento sustentável e geração de valor.”
Uma Combinação de Negócios, consiste na aquisição majoritária de sociedades com o intuito de crescimento e ou, a expansão de um empreendimento via investimento em outras empresas do mercado.
Investir em outras empresas pode ser uma maneira interessante de obter vantagem competitiva e crescimento acelerado no mercado.
Como todo tipo de negociação, as Combinações de Negócios seguem determinadas normas. No Brasil, elas são reguladas pelo CPC – Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Por meio do pronunciamento 15 (CPC 15 – R1), fica definido como devem ser contabilizadas as operações de aquisição de controle societário, tais como:
Além disso, cabe à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), ao CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), à Lei 6.404/76 e ao Código Civil, a normatização da negociação de M&A.
Já o IFRS (Internacional Financial Reporting Standards), estabelece as normas contábeis para registro e transparência das informações geradas em uma negociação.
Nome dado ao ato de adquirir controle de um ou mais negócios. São quatro os principais conceitos envolvidos:
Cabe ressaltar que uma Combinação de Negócios não depende de uma forma jurídica específica para que sua transação ocorra, sendo a essência econômica da transação sua parte fundamental.
Quando falamos em ágio, estamos nos referindo a uma diferença de preços ou valores. No caso do ágio advindo da Combinação de Negócios, o mesmo se refere à parcela intrínseca do cálculo do mais-valia e goodwill.
O ágio quando obtido pela diferença a maior do Valor Justo e dos ativos imobilizados, com a respectiva soma de tais ativos, líquidos de depreciação, na escrituração contábil, é chamado de Mais-Valia.
Já o ágio obtido pela subtração do Preço de Aquisição, adicionado pelo Valor Justo das demais participações minoritárias, pelo Valor Líquido dos Ativos Identificáveis Adquiridos, é chamado de Goodwill ou Ágio por Expectativa de Rentabilidade Futura. A diferença positiva encontrada reflete a expectativa, a valores atuais, que o adquirente tem com relação à geração de caixa futura da adquirida.
O Goodwill é um valor excedente pago pela aquisição de uma empresa. Ou seja, quando uma companhia é comprada, em grande parte das vezes, o interessado paga um valor maior do que o valor que ela está valendo no mercado. Embora pareça estranho pagar um valor maior do que uma empresa vale do ponto de vista patrimonial, isso é perfeitamente plausível. Empresas possuem muito mais do que os próprios bens materiais. Existem ativos intangíveis que podem se valorizar muito, como a sua marca e até a posição que ela possui no mercado. Portanto, o valor da empresa pode ser bem superior ao seu valor patrimonial.
O Goodwill pode ser calculado de acordo com a fórmula a seguir:
Goodwill = P – ( A + L )
Onde:
Portanto, o Goodwill nada mais é do que a diferença entre o valor da compra menos o valor justo pelo ativo e passivo da empresa.
O Goodwill pode ser considerado o prêmio pago por um negócio.
O Economic Value Added (EVA®) é uma métrica que mensura a criação de valor econômico por uma empresa após considerar o custo do capital investido. Em outras palavras, é o lucro econômico gerado além do retorno mínimo exigido pelos investidores. Aplicado à gestão empresarial, o EVA® é uma ferramenta poderosa para avaliar desempenho, alinhar decisões com geração de valor e fomentar uma cultura orientada à eficiência e retorno sustentável.
“Se o lucro é uma fotografia, o EVA® é um raio-X do verdadeiro valor que a empresa entrega aos acionistas.”
Gestão Baseada em Valor – Em um mundo globalizado, competitivo, no qual vivemos muitas coisas aparentemente grandiosas não agregam valor da forma que deveriam. Muitas empresas com um faturamento bastante expressivo algumas vezes não geram valor. Outras podem gerar lucro líquido alto, todavia também não agregam valor. Sendo assim, mais importante que Faturamento e Lucro Líquido em sua empresa é qual o resultado real em caixa e para o acionista. Desta forma, a “Controle Avaliação de Ativos” pode auxiliar sua empresa a migrar de uma gestão por resultados contábeis para a Gestão Baseada em Valor. Proporcionando a sua empresa um panorama mensal através do EVA, EBITDA, Custo de Capital e DCF, bem como análise de lucratividade, rentabilidade, solvência, liquidez e endividamento.
Qual a diferença entre ANÁLISE ECONÔMICA e FINANCEIRA de empresas? Podemos concentrar a análise econômico-financeira de uma empresa em duas frentes:
1 – Análise Econômica – Que trata da qualidade dos investimentos para responder se os investimentos realizados em capital circulante e capital fixo apresentam um bom retorno.
2 – Análise Financeira – Que trata da capacidade de pagamento (liquidez) para responder se uma empresa tem capacidade de pagar seus gastos operacionais, investir, pagar dividendos e o serviço da dívida.
– É um modelo de gestão onde a missão da administração consiste em criar valor para o controlador;
– O “valor” é a principal medida de desempenho;
– Os administradores são orientados para pensarem e agirem como se fossem controladores.
Significa “deixar o controlador mais rico“. Fazer com que seus ativos (ações) valham mais do que o capital investido. Também pode ser entendido como a busca da “maximização do valor de mercado das ações/cotas de capital”.
Calculando o Retorno Total do Acionista (RTA); É o retorno do controlador é medido pelos dividendos recebidos mais o ganho de capital num determinado período (1 ano, 2 anos, 5 anos, etc.); É uma métrica externa à empresa.
1 – Comparando com o mercado em geral (IBOVESPA);
2 – Comparando com as empresas concorrentes;
3 – Comparar com o custo de capital do acionista (CCA) que é a principal comparação.
Em resumo: somente se cria valor para o acionista quando o RTA supera o retorno mínimo esperado pelos acionistas (o CCA); O objetivo de a GBV á aumentar o RTA; A métrica escolhida para avaliar demonstrações financeiras deverá estar alinhada com o RTA (EVA, por exemplo).
Quando a empresa cria uma dinâmica autossustentável de criação de valor para o controlador.
1 – Permanentemente novas oportunidades de investimentos são identificadas.
2 – As oportunidades de investimentos são avaliadas por uma métrica como o EVA ou o VPL para quantificar a criação de valor para o acionista.
3 – As oportunidades de investimento são implantadas e, se bem-sucedidas resultarão em incentivos para os administradores.
1- Compromisso explícito da administração;
2- Treinamento intensivo dos administradores;
3 – Seleção e implantação das métricas de avaliação;
4 – Incentivos (bônus) para os administradores;
5 – Delegação de poder aos administradores;
6 – Ajustes nos sistemas para geração de relatórios gerenciais;
7 – Identificação dos principais direcionadores de valor;
8 – Orçamento e planejamento estratégico integrados.
“Se o objetivo da administração é criar valor para o controlador/acionista, precisamos determinar o valor da empresa e monitorá-lo 24 horas por dia, 365 dias por ano, para observarmos se a criação de valor está ocorrendo.”
Problemas de gestão com visão operacional apenas e não estratégica
Criar valor para o controlador é fundamental para a empresa atrair recursos para novos investimentos; Recursos de bancos e acionistas. Quando o RTA for sistematicamente acima do CCA, os acionistas aceitarão aportar novos recursos na empresa e/ou receber menos dividendos e reinvestir mais lucros na empresa.